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Posts da categoria: ‘Trekkings que valem a viagem’

Trekking em Lanzarote – Mancha Blanca – Caldera Blanca

Postado em 11.março.2013

Trekking é uma atividade oferecida em todas as ilhas canárias. Uma maneira diferente de conhecer o entorno. Não pensem que é coisa de “atleta”. Eu mesma comecei a fazer caminhadas com 34 anos, e afirmo que a gente nem imagina do que é capaz ;)

O legal de colocar uma caminhada no meio de uma viagem, é a sensação de superação que a dita pode te proporcionar. Para alterar um pouco o ritmo, quando viajo com o Tom sempre tentamos encaixar 1 ou 2 trekkings. Em Lanzarote não foi diferente. Só tínhamos uma manhã e decidimos pelo Trekking de Mancha Blanca – Caldera Blanca.
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ROTEIRO PETAR – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira – Parte 2

Postado em 26.janeiro.2012

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No dia seguinte como era caminho passei na Caverna do Diabo, outro lugar muito legal, apesar de bastante explorado. A visita dura entre 45 minutos e 1 hora, e é feita com um guia de lá. Após a visita almocei no restaurante que está ao lado do centro de visitação. Bem gostoso, você escolhe um tipo de carne e junto vêm os acompanhamentos (salada, arroz, feijão e farofa).
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Informação prática do Petar, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, que fica no Estado de São Paulo

Fiquei na Pousada da Diva, que tem uma boa localização (perto da entrada do parque, do bóia cross e na frente de uma pastelaria muito boa). Os quartos são bons, tem até varanda, mas as camas e chuveiro deixam a desejar.

A diária por pessoa é R$ 60,00 com café da manhã e jantar (ambos são uma delícia).

A trilha do Betari, com guia, aluguel de capacete pra entrar na Caverna e pro bóia cross, e lanche de trilha foi R$ 60,00 por pessoa e fechei direto na pousada já que o dono tem uma agência de passeios.

A entrada no parque é R$ 7,00 inteira e R$ 3,50 para estudante.

Site oficial do Parque:
http://www.petar.com.br/

Para ler a primeira parte, clique aqui.

texto e fotos: Malu Poli_2011

ROTEIRO PETAR – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira – Parte 1

Postado em 25.janeiro.2012

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O PETAR é um dos parques mais antigos do Estado de São Paulo. Conhecido como “Parque das Cavernas” foi umas das minhas escapadas do ano passado!

Saí de Curitiba às 19 horas. Peguei a Regis Bittencourt com destino a cidade de Jacupiranga. De lá uma estrada de pista simples até Iporanga, aproximadamente a 190 km de Curitiba, onde está localizado o Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira). Após passar a cidade de Iporanga são 16 km de estrada de chão, em bom estado, até a pousada onde fiquei, a da Diva.

Já tinha agendado por telefone e e-mail com a pousada o passeio do dia seguinte. De manhã, fiz a Trilha do Rio Betari com entrada na caverna Água Suja e de tarde bóia cross. Quando terminei o café, o guia já me esperava (é obrigatório contratar um guia!). Deixei o carro no estacionamento, perto de onde se faz o registro de entrada no parque, e comecei a caminhada de 7,2 km até as cachoeiras das Andorinhas e do Betarizinho.
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A trilha, apesar de considerada nível médio e com duração de 4 horas é tranquila. Durante o percurso tem que molhar um pouco as pernas pra atravessar o rio. Primeiro fomos às cachoeiras que estão no final da trilha. Onde paramos para fazer o lanche e na só na volta entramos na Caverna Água Suja, onde se caminha por aproximadamente 800 metros.
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Deixei as coisas (tudo, não dá nem pra levar máquina fotográfica) na Pousada, peguei a bóia e fui descer o rio de bóia cross. Esta atividade dura aproximadamente 1:30 a 2 horas. Há uma parada para relaxar e curtir o rio. Atividade altamente recomendada!!!

Após tomar um banho, resolvi ir até Iporanga pra dar uma volta e tomar uma caipirinha. Acabei não só tomando uma deliciosa caipirinha de lima, como também comendo uma batata assada (parece frita) com queijo, outra delícia!
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Roteiro – Parte 2 (com todas dicas práticas de onde ficar e quanto se gasta)

texto e fotos: Malu Poli_2011

Roteiro Trekking de Salkantay – Destino: Machu Picchu (Parte 5)

Postado em 03.outubro.2011

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18/09/11
Acordei as 5 horas para terminar de arrumar as coisas, tomar café e pegar o ônibus junto com o pessoal às 6. Quando cheguei em Machu Picchu enfrentei problemas, pois tinha comprado ingresso de estudante, mas como tinha esquecido a carteirinha da ISIC no meu hotel em Aguas Calientes tive que voltar até a cidade e busca-la. Portanto, fica a dica se comprar ingresso de estudante não esqueça de levar sua carteirinha!
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Depois de tiramos fotos e caminharmos pela cidade perdida dos incas, chegou a hora do nosso grupo subir até Waynapicchu de onde se tem uma visão geral de Machu Picchu.
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Resolvemos almoçar no restaurante que fica lá em cima, já que ainda queríamos tirar algumas fotos, e acabamos tendo sorte que conseguir ver o sol.
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De tarde pegamos o trem de Águas Calientes até Ollantaytambo, onde havia uma van nos esperando para nos levar até Cusco onde terminamos nosso roteiro.

Detalhes práticos:
Eu fechei a trilha com a empresa Viagens e Expedições El Dorado (www.machupicchu.com.br) e recomendo. Fomos todos muito bem atendidos durante a
trilha e a empresa ainda ofereceu translado de graça do aeroporto até o hotel em Cusco e vice-versa que eu utilizei. Paguei pela trilha R$ 443,00, através de depósito bancário em julho e ai eles me enviaram o voucher.

A trilha não é dificil, mas cada um tem que fazer em seu ritmo próprio, especialmente no 2º dia em que se sobe até 4600 metros acima do nível do mar e tem que ter algum preparo físico. Eu não senti nada do mal de altura, então pra mim foi bem tranquilo.

A subida pra Waynapicchu é tranquilinha, com bastante subida, mas levamos em torno de 45 minutos. Pra quem tem medo de altura é complicado porque lá em cima tem um trechos com abismos de um lado. Pra quem gosta de aventura é adrenalina pura!

Está trilha não chega pela Porta do Sol, mas tem a opção de subir até Machu Picchu a pé pela estrada ou pelas escadas que cortam caminho ou em ônibus como fizemos para chegar cedo até porque são 10 km de subida até lá. Eu escolhi a de Salkantay pq é mais paisagistica, está entre as 25 mais bonitas e difíceis do mundo e porque já ouvi dizer que a trilha inca apesar de ter menor duração é mais dificil já que tem mais subidas.

Na entrada de Machu Picchu dá para carimbar o passaporte. Em razão dos 100 anos de descobrimento do sítio arqueológico, estão vendendo uma moeda comemorativa!
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O que estava incluido na trilha:
- Traslado de chegada ou de saída em Cusco.
- Transporte do seu hotel até o povoado de Mollepata.
- Ticket de entrada em Machupicchu.
- Todas as refeições.
- Guia profissional falando espanhol e inglês.
- Cavalos para carregar os equipamentos de uso comum e a comida.
- Barraca individual.
- Colchonete.
- 01 diária de hotel em Aguas Calientes.
- Kit de primeiros socorros com oxigênio de emergência.
- Ticket de trem Expedition 18h45 de retorno a Ollantaytambo.
- Translado em van de Ollantaytambo até Cusco.

O que não estava incluído:
- Café da manhã no primeiro dia e almoço no último dia.
- Ticket de trem da hidrelétrica até Aguas Calientes (cerca de U$ 8.00)
- Ticket de ônibus de Playa até Sta Tereza (cerca de U$ 5.00)
- Ticket de ônibus Aguas Calientes/Machupicchu/Aguas Calientes (cerca de U$ 7.00 por trajeto).
- Traslado da Plaza de Armas até o seu hotel no retorno a Cusco.
- Gorjetas para o guia, cozinheiro e arrieiro na trilha.

Para ler todas as crônicas desta trilha:
Primeira parte do Trekking de Salkantay
Segunda parte do Trekking de Salkantay
Terceira parte do Trekking de Salkantay
Quarta parte do Trekking de Salkantay

fotos: Malu Poli

Roteiro Trekking de Salkantay – Destino: Machu Picchu (Parte 4)

Postado em 30.setembro.2011

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No quarto dia de trilha acordamos mais tarde as 7:30, arrumamos as coisas, tomamos café e seguimos até a hidrelétrica de Santa Teresa de van, já que a partir dali seriam 11 km de caminhada com a mochila nas costas até a cidade de Aguas Calientes. Como esse era o último dia do nosso cozinheiro e ele não ia junto nos preparou uma marmita que tinha arroz saltado (com pimentão e presunto), batatas fritas e bife a milanesa, então após 40 minutos de caminhada em local plano paramos para almoçar.
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Caminhamos durante umas 3 horas até Águas Calientes, sempre acompanhados pelo Rio Urubamba de um lado e do outro pela linha do trem.
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Chegamos em Águas Calientes, deixamos as coisas no hotel e fomos conhecer as termas, mas estas não valem muito a pena…depois de sair de lá passamos num barzinho para um “happy hour” e acabamos comendo comida mexicana e experimentando a Coca Sour (uma mistura de folhas de coca, pinga e até uma cobra).
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De noite jantamos no restaurante Chaski que já estava incluso no pacote e de lá fomos arrumar nossas coisas pra ir a Machu Picchu no dia seguinte.

Primeira parte do Trekking de Salkantay
Segunda parte do Trekking de Salkantay
Terceira parte do Trekking de Salkantay

fotos: Malu Poli, Elza Cunha e Renata Rosa

Roteiro Trekking de Salkantay – Destino: Machu Picchu (Parte 3)

Postado em 29.setembro.2011

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Novamente no terceiro dia fomos acordados as 5:30 com chá de coca em nossas barracas e tínhamos o mesmo tempo do dia anterior para arrumar as coisas e tomar café. Começamos a caminhar as 7 horas, mas nesse dia o caminho era muito agradável, cheio de riachos e pequenas cachoeiras e o dia estava ensolarado.
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Após 5 horas de caminhada chegamos finalmente ao local de almoço que tinha mais estrutura. Nesse dia o cardápio foi sopa de kinoa, macarrão parafuso, salpicão de frango, salada e um arroz amarelo.
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Após o almoço pegamos uma van até o lugar do nosso terceiro acampamento Santa Teresa, depois de montarmos as barracas, colocamos nossos biquinis e fomos para as termas tomar banho (detalhe: fazia dois dias e meio que não víamos um chuveiro!)
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Voltamos das termas e tomamos banho no chuveiro quente, mas claro que tivemos que pagar 5 soles, o que valeu a pena dadas as condições em que estávamos hahaha Nessa noite nosso acampamento era em conjunto com os outros dois grupos que também estavam fazendo a trilha, então rolou uma “festinha” pra galera e no jantar rolou muita comida como sopa de kinoa, pizza, macarrão parafuso e bolinho de mandioca frito.

Primeira parte do Trekking de Salkantay
Segunda parte do Trekking de Salkantay

fotos: Malu Poli e Renata Rosa

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