
No dia seguinte como era caminho passei na Caverna do Diabo, outro lugar muito legal, apesar de bastante explorado. A visita dura entre 45 minutos e 1 hora, e é feita com um guia de lá. Após a visita almocei no restaurante que está ao lado do centro de visitação. Bem gostoso, você escolhe um tipo de carne e junto vêm os acompanhamentos (salada, arroz, feijão e farofa).



Informação prática do Petar, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, que fica no Estado de São Paulo
Fiquei na Pousada da Diva, que tem uma boa localização (perto da entrada do parque, do bóia cross e na frente de uma pastelaria muito boa). Os quartos são bons, tem até varanda, mas as camas e chuveiro deixam a desejar.
A diária por pessoa é R$ 60,00 com café da manhã e jantar (ambos são uma delícia).
A trilha do Betari, com guia, aluguel de capacete pra entrar na Caverna e pro bóia cross, e lanche de trilha foi R$ 60,00 por pessoa e fechei direto na pousada já que o dono tem uma agência de passeios.
A entrada no parque é R$ 7,00 inteira e R$ 3,50 para estudante.
Site oficial do Parque: http://www.petar.com.br/
Para ler a primeira parte, clique aqui.
Espanha já tem, como todos os grandes destinos, imagens que dominam o imaginário popular do viajante. Idéias pré-concebidas que assim que um se entende por gente, assimila por osmose, pelas células espelho, pelo raio que seja esta loucura que realmente permite que tanto o mal como o bem estejam por toda parte.
Por isso não faz falta a imagem do touro ou dos trajes sevilhanos despontando por todas partes, ou de um homem falando com um jeito sex em espanhol. Querendo ou não, já relacionamos o país com estes íconos.
O que torna mais evidente que deve-se gastar o precioso e vil metal com algo que queremos meter na cabeça desta gente. Gente especial , que é capaz de meter-se num aparelho a 10.000 metros de altura durante 6 horas, comendo algo parecido à carne ou massa para chegar a nosso feliz destino.
O que faz Espanha? Quer ir além do sol e praia. Quer se reposicionar e fortalecer uma marca com diversas facetas, mas sobretudo mostrando um país que emociona. Como faz? Através de ações que vão além das imagens dos lugares, mas que mostram o que estes lugares “produzem” nas pessoas.

Já utilizaram o slon “Spain Marks”, o “Smile”, e agora estamos no “I need Spain”. Cada conceito é trabalhando durante anos. Este ano, eles derem a volta ao necessito Espanha, como?
Pense em coisas que você decididamente não necessita nas suas férias. Depois, coloque imagens que sejam a antítese destes anti-desejos. Voilá, você constata que tudo te leva a Espanha ![]()



Fora isso, crie uma rede de viciados em Espanha e uma associação com celebridades nacionais com impacto mundial, como Ferrán Adrià. E estrelas internacionais que vivem ou passam muito tempo por aqui. E claro, dê respostas quase imediatas a grandes acontecimentos, como ganhar uma Copa do Mundo. Ou que o flamenco e o idioma castelhano sejam a bola da vez num dos países mais populosos do mundo! Pois, é assim que eles conseguem sobressair num emaranhado de clichês publicitários!


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O PETAR é um dos parques mais antigos do Estado de São Paulo. Conhecido como “Parque das Cavernas” foi umas das minhas escapadas do ano passado!
Saí de Curitiba às 19 horas. Peguei a Regis Bittencourt com destino a cidade de Jacupiranga. De lá uma estrada de pista simples até Iporanga, aproximadamente a 190 km de Curitiba, onde está localizado o Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira). Após passar a cidade de Iporanga são 16 km de estrada de chão, em bom estado, até a pousada onde fiquei, a da Diva.
Já tinha agendado por telefone e e-mail com a pousada o passeio do dia seguinte. De manhã, fiz a Trilha do Rio Betari com entrada na caverna Água Suja e de tarde bóia cross. Quando terminei o café, o guia já me esperava (é obrigatório contratar um guia!). Deixei o carro no estacionamento, perto de onde se faz o registro de entrada no parque, e comecei a caminhada de 7,2 km até as cachoeiras das Andorinhas e do Betarizinho.



A trilha, apesar de considerada nível médio e com duração de 4 horas é tranquila. Durante o percurso tem que molhar um pouco as pernas pra atravessar o rio. Primeiro fomos às cachoeiras que estão no final da trilha. Onde paramos para fazer o lanche e na só na volta entramos na Caverna Água Suja, onde se caminha por aproximadamente 800 metros.






Deixei as coisas (tudo, não dá nem pra levar máquina fotográfica) na Pousada, peguei a bóia e fui descer o rio de bóia cross. Esta atividade dura aproximadamente 1:30 a 2 horas. Há uma parada para relaxar e curtir o rio. Atividade altamente recomendada!!!
Após tomar um banho, resolvi ir até Iporanga pra dar uma volta e tomar uma caipirinha. Acabei não só tomando uma deliciosa caipirinha de lima, como também comendo uma batata assada (parece frita) com queijo, outra delícia!

Roteiro – Parte 2 (com todas dicas práticas de onde ficar e quanto se gasta)