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Emese Szelianszky e sua amiga Sofia. Que não nasceu em Madrid, mas há muitos anos adotou a cidade como sua!
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Domingo à noite. Huertas/Madrid. Parecia um bar, muito mais do que um restaurante. O lugar abriu há poucos meses. Por dentro, todo recoberto por uma espécie de chapa de madeira bem clara, da qual ainda se desprendia este aroma tão agradável à madeira. Uma barra, onde se materializavam algumas maravilhosas criações diante de nossos olhos maravilhados.
Ficamos na barra, e depois de alguns minutos, mas bem me sinto em um café, por certo, estreito. Atrás, poucas mesas, mas até lá não chegamos. A carta de vinhos é de verdade uma carta. Ao menos em seu formato. Vinhos de diferentes regiões, o mais caro, 31 euros.A descrição dos vinhos é engraçada.
O cardápio não é amplo, mas espetacular. Do que me lembro, uma grande variedade de “cocas”, uma espécie de pizza catalã. Que aliás provamos, e fazia tempo que algo não me surpreendia tão positivamente. Realmente era “pá amb tomaquets”, mas a “coca” estava assada a lenha. O sal era gordo e de uma origem que desconheço, o azeite de oliva outro ponto alto. Acompanhando: batatas fritas e ovos fritos de codorna.
A salada: tomates em tiras como se fossem troncos de madeira e fazendo companhia: mojana (atum seco). As almôndegas saborosas, especialmente o molho chimichurri. O prato lembrava um fondue.
A “copa catalana” levou o troféu. Um mousse por debaixo, com uma textura curiosa, e pergunto ao chef o que era: gelatina. Por cima bolacha, e por cima outra vez este mousse-gelatina. A outra sobremesa: fondue de chocolate negro com uns morangos enormes, estava gostosa, mas a primeira era muito + original.

Os garçons super solícitos, e mais bem diria, simpáticos. Não havia tanta gente, era domingo. O preço? 27 euros/pessoa. Tomamos uma garrafa de vinho. Sendo o restaurante de um chef reconhecido como Sergi Arola esperava que fosse mais caro. Sai feliz, com minha dose de alta cozinha!

Site: http://www.vi-cool.com/madrid/castellano/index.html
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Como quem avisa, amigo é. Agora sim posso contar minha experiência na National Geographic Store. O primeiro ponto a favor, a loja se encontra numa das artérias de Madrid. Uma hora ou outra você cruzará a Gran Via.

Está mais próxima da Praça Espanha do que das Cibeles. No andar de baixo, filmes e livros para chegar aos paraísos recônditos do planeta. Sem contar, todos os acessórios que você um dia imaginou chamar de seus, e que aumentariam tua auto-estima viageira. Os preços são proporcionais à sua excitação.
Mas se não der para gastar dezenas de euros, ao menos resta a possibilidade de assistir uma das muitas palestras ou conferências que acontecem semanalmente. Mas reitero o aviso, ver a capa e as fotos de uma super viagem podem te levar à loucura, imagina escutar alguém explicando os detalhes de uma saga épica!

Para aliviar as mágoas, o melhor é subir ao café. Ambiente descolado, personalizado, do qual você também pode comprar cadeiras, lustres, etc Mas quem sabe, um pouquitim escuro. Esta via foi a que escolhemos, eu e o Tom, afinal apenas estávamos iniciando uma viagem de 3 semanas, e nenhum gasto extra era bem-vindo.

Tomamos um café da manhã. Nosso voo saiu às 6 da matina de Las Palmas, e necessitávamos algo substancioso. Pedimos para comer o que mais curto do “desayuno” espanhol: pão com tomate. Café e suco natural de laranja + morango (vital fresh). Tudo estava fresco e gostoso. Garçons não ficam em cima, ótimo ambiente para bater altos papos. Para crianças oferecem um Menu Júnior.

End.: Gran Via, 74
Site: http://www.ngmadridstore.com/ES/madrid.html
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Na ida ao Brasil, tínhamos algumas horas em Madri. Como depois íamos encarar outros 2 voos. Decidimos para nossa saúde mental, que o melhor era passear um pouco pela cidade, afinal depois estaríamos algumas horas em Heathrow. Sem contar, as horas pela manhã seguinte em Guarulhos, antes de chegar à Curitiba.
Resolvi testar o trem da RENFE que sai diretamente do interior do Terminal 4. Na verdade, foi bem legal porque descobi uma nova rede de transporte público dentro de Madri. Que estava lá há anos, mas que eu nunca tinha utilizado – os trens “Cercania Madrid”.
No terminal 4 se vê de longe a saída do trem (RENFE), que está ao lado da saída de metrô. Compramos nossos bilhetes na “Informação ao Cliente” – 2,15€. Caso utilize o metrô sem comprar um abono de 10 viagens, gastará por um trajeto – 2,50€.



Pode-se comprar também nas máquinas. Como se trata de uma rede, com este bilhete dá para trocar de trem nas grandes estações e chegar a diferentes destinos.

Pegamos o C1, que é a linha que passa pelo T4. Bem mais vazio que o metrô. Descemos em Nuevos Ministerios, e sem encarar nenhuma escada (que significa carregar malas para o viajante) pegamos outra linha que nos deixou na Puerta del Sol.




Na volta pegamos outra vez o trem, na estação de Recoletos, trocamos de linha em Nuevos Ministerios e descemos comodamente dentro do Terminal T4.
O primeiro trem sai do T4 às 5:59 e o último às 00:15. O trem passa apenas pelo Terminal 4, para quem estiver nos T1, T2 ou T3, dá para pegar o ônibus gratuito do aeroporto que leva os passageiros destes terminais ao T4.
Vale a pena:
- se estiver com mais malas, porque na maoria das estações nao há escadas, que não sejam automáticas ou elevadores. S
- se chegar ou sair pelo Terminal 4.
Pode que ser não valha a pena:
- para quem chegar pelos Terminais T1, T2 ou T3. O metrô ou o ônibus até Atocha seriam melhores opções.
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