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Roteiro de carro pela Irlanda – de Cork a Kilkenny

Depois do café-da-manhã bem meia boca em Cork, saímos pitando para nosso último destino irlandês: Kilkenny. Apenas 154 km entre as duas cidades. Mas no meio muitas tentações
Para quem curte castelos uma boa parada é Cashel. Um dos sítios arqueológicos mais visitados na Irlanda. Uma antiga cidade medieval cuja história remonta ao século 6!

Outras tentações são mais prosaicas e vão aparecer na própria estrada. São os vendendores de morango e batata. Claro que não resistimos aos morangos gigantes, graças ao que nossa jornada foi muito mais doce ![]()



Kilkenny tem menos de 9.000 habitantes. O melhor é estacionar o carro, e esquecer-se do dito até a próxima jornada. Já comentei queKilkenny é a materialização daquela típica cidade irlandesa. As visitas obrigatórias são a Catedral e o Castelo. Quer fazer algo diferente? Vá conhecer a Cervejeria local – Smithwick´s aberta em 1710!

Relaxamos tomando uma bebida no fim de tarde nas margens do rio e comemos super bem no Matt The Millers. Voltamos cedo ao The Pembroke Hotel, afinal tinhamos que arrumar nossas coisas porque no dia seguinte iríamos sair daquela ilha em direção à outra, à nossa ilha!

Roteiro de Carro pela Irlanda:
De Kenmare a Cork, passando pela meca da cozinha irlandesa
De Killarney a Kenmare
De Doolin a Killarney, passando pelos Cliffs de Moher
De Galway a Doolin, passando pelas Ilhas Arán
De Clifden a Galway
De Donegal a Clifden
fotos: turomaquia_2010 e site oficial de Cashel
mapa: Google Maps
Roteiro de carro pela Irlanda – de Kenmare a Cork passando pela meca da cozinha irlandesa!

Dia cheio de paradas. Para desfrutar cada uma das ciudades era imprescindível sair cedo. Café-da-manhã com drink no Virginias Guesthouse e estrada. Em um pouco mais de 1 hora chegamos a kinsale. Mas antes uma parada para observar umas marismas. Que ninguém se esqueça que estávamos na Irlanda, onde a cada esquina você acaba soltando um ÔOOOO!


Kinsale é como aqueles princípes encantados que apaixona logo de cara. Perfeito no limite, lindo no limite, porque tudo que é demais é enfadonho
A despedida foi dura, e seria só o primeiro Adeus que se resistiria, haveria outro a 50 km de distância dali.

Segunda parada determinada pela minha fixação pelo Titanic – Cobh. Quem segue o blog sabe que do porto desta cidade partiu o transatlântico para sua primeira e única viagem. Outro princípe azul, como na Espanha se chamam aos encantados. Ou será que estava me convertendo numa destas moçaqs volúveis que se apaixona com tamanha facilidade! Como para que meu coração se acelerasse duas vezes no mesmo dia por “príncipes” diferentes?!


“Paixonites” à parte. Outro parto sair da cidade, tanto que chegamos já meio bravos com Cork. A pobre nem tinha culpa, mas ficou com fama de madastra! Ao lado de Cobh, que até pouco tempo nem era cidade, e sim o porto de Cork. Vinte e dois quilómetros depois estávamos entre canais e batalhando para encontrar o pior B&B da viagem.
Mas nada de reclamar, porque num dia de conto de fadas, estava bem na hora de conhecer o vilão da estória!
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No Google Maps, (A) Kenmare, (B) Kinsale, (C) Cobh e (D) Cork.
fotos: turomaquia_2010
Hotel em Cork – The Blarney Stone Guesthouse

Através de um consolidador. Poucos hotéis na faixa de preços de 50 a 80€ tinham boa avaliação em Cork. Optamos por um hotel que tivesse parking ou local fácil para deixar o carro.

Para quem viaja de carro, o hotel está bem localizado. Para o viajante que utiliza ônibus ou trem não recomendaria.

A dona nos recebeu. De entrada perguntou se queríamos um up-grade por tantos euros?! Ainda meio zonzos da estrada, respondemos que “não”. Passamos por diversos quartos vazios, estrategicamente poderia ter oferecido um quarto melhor e nossa primeira impressão teria sido totalmente diferente.



No último andar, um montão de escadas pela frente. Claustrofóbico, como se tratava da ático, a janela era destas de sotão. Para piorar, o quarto estava entulhado de coisas. Tudo era tão rococó, cheio de curvas, que me senti num filme de terror. Daqueles que a senhora que parece boazinha vem de noite te esfaquear. Flores artificiais, quadros, enfeites para todos os lados. A cama era minúscula.



Não descemos tarde para o café, mas quando chegamos à sala de refeições, nossa impressão era que um exército tinha pasado por lá. Mesas sujas, louça abandonada de pessoas que haviam deixado o lugar ao menos há mais de 15 minutos. O buffet desfalcado. Quando chegaram nossos pratos quentes, a gordura reinava , nenhuma apresentação! Um desastre! Sabe aquela vontade, de terminar o quanto antes e sair chispando de lá?!




Quarto duplo com café da manhã: 79€
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Ruim! Durante a viagem desfrutamos de outros B&B mais baratos e bem melhores. E para fechar com chave de ouro a história do pagamento: na saída entreguei meu cartão de crédito. Uma moça disse que não era possível pagar com o tal cartão. Pedi para falar com a dona, e exigi a cobrança desta maneira, já que no voucher impresso da consolidadora, constava expresamente que o pagamento poderia ser realizado com cartão de crédito. Muito a contra-gosto ela aceitou, mas foi outro momento stress. Féria e stress não combinam. Assim nosso veredito final:

Site: http://www.blarneystoneguesthouse.ie/
Endereço: Western Road – Cork –Irlanda
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