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Posts da categoria: ‘Florianópolis’

FotoGaleria: Ribeirão da Ilha

Postado em 22.março.2009

Dicas de visita Floripa

Postado em 21.março.2009

Depois do passeio do dia anterior, resolvemos relaxar na manhã seguinte antes de pegar a estrada de volta à Curitiba. Fomos ao sul da ilha para visitar Ribeirão da Ilha, que foi o primeiro lugar aonde se instalaram os índios carijós em Florianópolis, e se constituiu em uma das primeiras comunidades do estado.

Neste lugar é possível sentir a influência açoriana da oleada de imigração que chegou ao sul do país. Estão preservadas as casas e muitos costumes. Uma coisa que chama atenção são as cortinas de renda nas janelas. Visitar Ribeirão da Ilha é como chegar a um remanso de tranquilidade. É legal caminhar pelas ruelas, ver coisas como esta kombi do video fazendo propaganda pela cidade e provar das ostras que são cultivadas aí mesmo.

Eu tenho a sorte de ter uma amigona brasileira por aqui, a Sônia, que é florianopolitana e meu deu algumas dicas que eu repasso aqui para vocês. Em Ribeirão da Ilha ela indica o Restaurante Ostradamus para provar as delícias do lugar. Entrei no site deste restaurante que conta que Ribeirão é um dos maiores produtores de ostras de Santa Catarina, mas o que eu não sabia é que o estado era responsável por 80% da produção nacional!

Já que estamos falando de dicas, a Sônia nos deixa outras, ir ao conhecido e irreverente Bar do Arante e deixar sua notinha. As pessoas iam por lá e deixavam uma nota para avisar aos amigos por onde andavam, e olha a quantidade de bilhetes acumulados desde 1958 …

A história do restaurante você pode encontrar no seu site:

“Tudo começou em 1958, quando Arante Monteiro abriu um bar na praia do Pântano do Sul para os pescadores. A partir daí, na década de 70, estudantes de todo Brasil passaram a frequentar o bar, que ficava no meio do caminho de muitos locais para acampamento. Afim de avisar aos amigos que ainda estivessem por chegar, os estudantes deixavam no bar bilhetes, dizendo aos amigos qual era sua localização. Foi aí que nasceu a famosa mania do Bar do Arante: os bilhetinhos colados na parede”.


Capa do Cardápio do Bar do Arante

Para quem está na Beira Mar ou pela Lagoa outra dica da Sônia é a Pizza na Pedra. Depois que ela comentou, lembrei que visitei a Pizza na Pedra a mediados de 1990, caramba!!! E realmente a pizza era uma delícia.

No norte da ilha, a dica é ir no Restaurante Pitangueiras, com grandes vistas e muito peixe e camarão. Fica na Praia do Sambaqui.

E a Sônia também indica um passeio a Praia dos Naufragados no sul da ilha. Para chegar é como a Lagoinha do Leste, tem que caminhar por uma trilha que começa em Caiera do Sul. No Guia de Floripa descobri que a praia tem este nome porque em 1753 um grupo de açorianos que ia em direção ao Rio Grande do Sul por ordem da Coroa Portuguesa foi surpreendido por uma tempestade que fez afundar os dois barcos no local que hoje se conhece como a Ponta dos Naufragados.

Por agora, temos que abandonar Floripa (snif, snif) mas não este roteiro pelo sul que ainda vai passar por uma das estradas mais bonitas desta parte do país, “quem viver verá, que não foi em vão, eu quero é muito mais amor no coração…”

Leia também:
De Desterro a Florianópolis – Uma visita à capital catarinense
Ponte Hercílio Luz – Cartão postal de Florianópolis
Passeando por Floripa

Destaque do post:
Dicas para visitar Florianópolis
Ribeirão da Ilha
Restaurantes em Floripa

Informação prática
Ostradamus
Rodovia Baldicero Filomeno, 7640
Freguesia do Ribeirão da Ilha
Site: http://www.ostradamus.com.br/index.aspx

Bar do Arante
Pântano do Sul
Tel. (48) 3237-7022
Site: http://www.arantebar.com.br/

Pizza na Pedra
Av Jorn Rubens Arruda Ramos, 2483 – Centro
Tel. (48) 3025-5079
Site: http:// www.pizzanapedra.com.br

Pizza na Pedra na Lagoa
Av Afonso Delambert Neto, 853 – Lagoa
Tel. (48) 3232-0912
Site: http://www.pizzanapedradalagoa.com.br

Restaurante Pitangueiras
Rod. Rafael da Rocha Pires, 281 – Sambaqui
Tel. (48) 3335-0398

Para ver mais dicas de restaurantes em Floripa, visite:
Destemperados

Imagens:
Mapa Floripa: http://www.creditosambientais.com.br/marassessoria/creditosambientais/2006/imagens/mapa_floripa.gif
Fotos: turomaquia_2005
Foto Bar do Arante: http://www.agenciapreview.com/DBImages/600X400/534.jpg
Cardápio Bar do Arante: http://www.arantebar.com.br/
Mapa: Google Earth
Video: turomaquia_2009
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FotoGaleria: Pôr-do-sol em Florianópolis na Ponta das Canas

Postado em 20.março.2009

Passeando por Floripa

Postado em 19.março.2009
Nossa volta à ilha, foi na realidade um passeio pelo norte insular. A primeira parada foi rapidinha para uma visão com mais perspectiva da Lagoa da Conceição. Depois vieram algumas praias, e o primeiro stop mais distendido na Joaquina. Aonde almoçamos e percorremos a praia e as famosas dunas. A comida estava deliciosa e o Tom foi pela primeira vez surpreendido pelo tamanho das garrafas de cerveja servidas nos restaurantes brasileiros, e adorou!

E por que se chama Joaquina? Por uma história meio lenda, meio realidade. Joaquina foi uma rendeira do século XVIII, que ensinava sua arte à outras mulheres e também preparava comida aos pescadores. Uma mulher conhecida e querida pelos moradores, que num belo dia tecendo na praia foi tragada pelas ondas do mar! Bonita e melancólica história! Mas existe uma outra “história”, que o nome vem da Sra. Joaquina, casada com um português que era proprietário de terras da região. Sei lá, a primeira é mais poética …

Esta praia começou a ficar conhecida nos anos 1970, e já rodou o mundo em imagens pelos campeonatos de surf e pela prática do sandboard (surf de areia) em suas dunas gigantes. Aqui descobrimos a força do vento sul, dá uma olhada no video …

Depois passamos pela Praia dos Ingleses, pela Lagoinha do Norte e acabamos vendo o pôr-do-sol (por sinal lindo) na Ponta das Canas, aonde se inicia Canasvieiras, e terminamos o dia em Jurerê internacional.

Um lugar que não tivemos tempo de ir foi a Lagoinha do Leste, que é considerada uma das mais bonitas da ilha, mas que apenas se chega através de trilhas que saem de Pântano do Sul (uma hora de caminhada) ou de Matadeiro (duas horas e meia a três de caminhada). Vejam umas fotos de Eduardo Cavasotti …


Foto do site Santa Catarina Brasil

Leia também:
De Desterro a Florianópolis – Uma visita à capital catarinense
Ponte Hercílio Luz – Cartão postal de Florianópolis

Destaque do post:
Praias de Florianópolis
Praia da Joaquina
Roteiro por Floripa

Fotos: turomaquia_2005
Eduardo Cavasotti
Santa Catarina Brasil
Joaquina Rosa – Marco Cezar
Video: turomaquia_2009
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Ponte Hercílio Luz – Cartão postal de Florianópolis

Postado em 18.março.2009
Antes de sair pela ilha, passamos pelo cartão-postal por excelência de Floripa – a ponte Hercílio Luz.


Você sabia que …

sua construção começou em 14 de novembro de 1922 e que ela foi inugurada em 15 de maio de 1926

que é uma das maiores pontes pênseis do mundo com 819 metros de comprimento

que foi projetada por dois engenheiros americanos e que todo o material para a fabricação foi trazido dos Estados Unidos

que a estrutura consumiu 5.000 toneladas de aço

que para construi-la o governador Hercílio Luz teve que pedir empréstimos a bancos americanos que na época equivaliam a dois orçamentos anuais do estado inteiro

que os pagamentos dos empréstimos apenas terminaram em 1978

que em 1982 a ponte se fechou ao tráfico e pouco depois foi tomabada pelo patrimônio histórico nacional


Construção do pilar em 1922


Colocação do piso de madeira em 1924


Nos anos 1970, já com asfalto


Em 2005, a ponte iluminada. Foto de Eduardo Casavotti

Para ver a ponte em 3D com o Google Earth, clique aqui, e depois descarregue o arquivo.

Leia também:
De Desterro a Florianópolis – Uma visita à capital catarinense

Destaque do post

Passeio por Florianópolis
Ponte Hercílio Luz

Fotos:
turomaquia_2005
Universidade Federal de Santa Catarina
Eduardo Cavasotti
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De Desterro a Florianópolis – Uma visita à capital catarinense

Postado em 17.março.2009
Meio zumbis, saímos do Paque Nacional Aparados da Serra e pegamos o que deveria ser um atalho e a coisa ficou meio feia em uma estrada cheia de pedras e muita terra. Mais depois de um tempo conseguimos entrar novamente na BR-101 para Garopaba, que apenas foi utilizada como ponto de descanso.

No dia seguinte, já outra vez recompostos, partimos a tão esperada Florianópolis. O Tom se encantou logo de cara. Na entrada da ilha, passamos pelo Centro de Informações Turísticas e resolvemos contratar um guia da Embratur. Somente passaríamos um dia e meio em Floripa, e como o Tom sempre gosta de saber a história local parecia a melhor opção. E realmente foi. Pagamos na época R$ 50,00 e ele passou todo o dia conosco. Utilizamos nosso carro, porque era mais caro se utilizássemos o carro do próprio guia. Esta já não sei se foi uma decisão acertada, porque ele somente avisava na hora “h” que íamos virar, trocar de pista e tal, e isso me gerou um pouco de stress rodoviário.

Tirando este momento desabafo, já quero avisar que este não é o post definitivo sobre Floripa, que voltarei a falar desta capital em outro momento.

Um pouquinho de história … Em 1514 os protugueses chegaram nesta região, e em 1526 os espanhóis. Apesar de tantas visitas ilustres, o povoamento oficial apenas ocorreu em 1673, e cinco anos mais tarde se construiu uma capela à Nossa Senhora Do Desterro, e daí seu primeiro nome – Desterro. Apenas em 1726 foi elevada à condição de vila, e em 1823 se converteu na capital da província de Santa Catarina.

Mas por que mudou de nome? Por causa da Revolução Federalista. Esta revolução que começou no Rio Grande Do Sul, pronto alcançou Santa Catarina, tanto que Desterro foi nomeada a capital federalista da nova república. Lembra que eles queriam separar-se do resto do Brasil. Mas o presidente daquela época, o Marechal Floriano Peixoto acabou com a alegria “exterminando” com a revolução e seus líderes. Para mostrar sua gratidão e lealdade, a cidade trocou seu nome em 1814 para Florianópolis, ou seja, a cidade de
Floriano!

Bem, na cidade de Floriano, mas conhecida como Floripa, iniciamos nossa volta turística pelo lugar mais apropriado – o Morro da Cruz, antigamente Pau da bandeira, porque aqui se colocavam sinais e aviso aos barcos. Na virada do século XIX para o século XX se colocou a cruz, que passou a dar nome ao lugar. O morro está à 450 metros acima do nível do mar e nos dá uma visão descomunal da capital e te ajuda a entendê-la, assim não deixe de visitá-lo.


Vista dos anos 1930

Depois desta parada estratégica partimos para o litoral norte da ilha …

Leia também:
O Paraíso na terra – Bombinhas
FotoGaleria: Bombinhas
Litoral sul catarinense – entre o rio e o mar …
Morador da Praia do Rosa
Buscando baleias no litoral sul catarinense

Destaque do post:
Turismo em Florianópolis
Mirante Morro da Cruz

Fotos atuais: turomaquia_2005
Fotos antigas: Universidade Federal de Santa Catarina
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