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Posts da categoria: ‘Salvador’

Vale a pena comprar as excursões oferecidas pelos cruzeiros – Cruzeiro Natal 2010 MSC Orchestra (parte 2)

Postado em 16.janeiro.2011

Malu Poli

santos a ilheus
Partimos de Santos às 17:30 com destino a Ilhéus onde só chegamos no dia 25/12 às 10:00 horas. Temos um conhecido em Ilhéus que estava nos esperando com duas vans para irmos a uma praia onde tinha uma “cabana” (um bar/restaurante) na beira mar. A praia ficava a uns 20 minutos de van do porto e pagamos R$ 30,00 para ir e voltar. Passamos um dia muito agradável, mas foi também neste dia que começaram alguns problemas…quase todos ficaram com gripe, depois foi revelado que havia um vírus pelo navio que causava dores no corpo, febre e mal estar.

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O Nordeste Brasileiro na Revista de Viagens da National Geographic – julho/2010

Postado em 28.junho.2010
Viajes National Geographic - 2010

A revista Viajes, da National Geographic deste mês traz uma reportagem sobre o nordeste brasileiro. Um roteiro que começa em Salvador e termina Jericoacoara. Passando por Lençois, para explorar a Chapada Diamantina, Penedo, Maceió, Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha e Fortaleza.

Viajes National Geographic - 2010

Uma coisa me chamou atenção, a forma que o autor Bernardo Gutiérrez explicou o que é um acarajé: “empanadas con pimienta”?! Não tem nada a ver com uma empanada! Por outro lado é engraçado ver o Velho Chico ser chamado de “Viejo Paco”. Por aqui, os Franciscos são normalmente apelidados de “Paco”. O lado poético fica com a forma que descreve o encantamento baiano e as fitinhas do Senhor do Bonfim:

“Bahía embruja con el paso de los días y se adueña del visitante con tradiciones populares como colocarse en la muñeca una cinta o fita colorida de la iglesia do Bonfim, que hace cumplir los deseos”.

Viajes National Geographic - 2010

E o mais legal de toda a reportagem? Que a foto do interior da Igreja de São Francisco (Salvador) seja do nosso querido Tony Gálvez, do blog De Viaje a Brasil.

Viajes National Geographic - 2010
Viajes National Geographic - 2010

Imagens: Viajes – National Geographic, número 124

Duas cidades em uma: Salvador

Postado em 26.outubro.2007

Salvador é uma delícia! O título desta entrada trata das duas cidades que conformam Salvador: a Cidade Baixa e a Cidade Alta. Na Cidade Baixa um ponto imperdível é o Mercado Modelo. A princípio era o centro de abastecimento da cidade (1912), passou por diversos incêndios, e quendo o mercado de frutas, verduras e peixes foi transferido para outro local após um incêndio, nasceu a idéia de converter este espaço em um centro de artesanato (anos 1970).
Salvador - Bahia

São 263 lojas, que funcionam de segunda a sábado das 09:00 às 19:00 horas, e no dominho das 09:00 às 14:00 horas. Há uma grande oferta de quadros, e se você quiser viajar com eles, não existe nenhum problema, eles tiram do marco e enrolam a tela, assim fica fácil! Reserve como mínimo 2 horas para passear pelos corredores desta grande vitrine de artesanato.Várias lojas aceitam cartão de crédito.Depois, junte algumas moedinhas e suba pelo Elevador Lacerda até a Cidade Alta, e aí começa outra aventura, pelo grande Centro Histórico de Salvador, mas isto é história para nossa próxima entrada!

Foi no Mercado Modelo que Jorge Amado, exímio freqüentador, se inspirou para criar uma das suas novelas, A morte e a morte de Quincas Berro D’água. Diz a história que Quincas, freguês habitual dos bares e conhecido bebedor de cachaça, ao ver uma garrafa no balcão, encheu um copo e virou-o de uma vez, para logo em seguida desferir um berro fora do normal, como o de um animal ferido ou marido traído. Águuuuuuua!

Assim como Jorge Amado, outros nomes de personalidades figuravam como freqüentadores do Mercado Modelo. Os intelectuais Sartre, Simone de Beavouir, Pablo Neruda, Aldous Huxley, Érico Veríssimo, Caribé e cineastas como Orson Wells, Clouzot, Roberto Rosselini e Louis Malle.

Salvador e a tapioca – Coco Bahia

Postado em 26.outubro.2007

De volta a Salvador, aumentamos nosso grupo viajante, encontramos com dois amigos que vinham das Ilhas Canárias. Na primeira noite dos espanhóis, Domira nos levou a uma pizzaria e tapiocaria, a Coco Bahia. Com um cardápio super amplo. Agora se você está por estas bandas, deixe de lado o fácil e óbvio, que seriam as pizzas e experimente as tapiocas. Eles oferecem as tapiocas tradicionais com manteiga, coco, queijo coalho e também outras: com coquetel de cogumelos, brigadeiro, mussarela com carne de sol, camarão, etc …
Salvador - Bahia

O preço das tapiocas vai de R$ 2,90 a R$ 11,20, e você pode tomar um montão de tipos de caipirinhas e sucos naturais. O espaço do restaurante é bem divertido, porque é um restaurante temático!
Salvador - Bahia

Coco Bahia
Prof. Magalhães Neto, 1273 – Pituba – 3359-9000

Como chegar a Morro de São Paulo

Postado em 20.setembro.2007

Para ir a Morro de São Paulo você pode pegar o catamarã no Mercado Modelo em Salvador e chegar em 2 horas. Mas desta forma você vai deixar de curtir uma Bahia profunda e entender a dificuldade em levar até uma garrafinha d´água para a ilha, e além do que corre o sério risco de passar mal. Este catamarã parece que vai meio rápido e conversamos com pessoas que haviam utilizado esta forma de transporte que nos contaram que todo mundo vomitava no trajeto. Como nós estamos do lado daqueles que propõe um “slow turismo”, decidimos ir de uma outra forma.

Pegamos o ferry-boat para Itaparica (R$ 3,10), existem vários durente o dia. Fique na parte de cima do ferry e curta a Bahia de todos os Santos e a chegada à Itaparica. O percurso dura mais o menos 50 minutos. É muito engraçado quando o pessoal vai fazendo uma super fila para entrar no ferry, não se assuste, é que muita gente faz isto a diário e quer pegar um sítio legal para descansar. Enquanto espera o ferry, já pode comprar (na parte do embarque) os bilhetes de ônibus para Valença (R$ 11,60). Nós viajamos pela empresa “Cidade do Sol”, que recomendamos. Escolha o ônibus expresso que para somente em Nazaré das Farinhas e tem ar-condicionado.
Morro de São Paulo - Bahia
Morro de São Paulo - Bahia

No ônibus são duas horas passando por muito verde, cruzando uma ponte para voltar ao continente, um montão de coqueiros. Em Nazaré das Farinhas, entram vários vendedores ambulantes no ônibus que oferecem sorvete, biju, água – uma delícia (coisas que só acontecem na Bahia).

Em Valença se pode pegar um táxi da rodoviária ao porto (R$ 7,00) ou ir a pé. No que chamamos turismo justo, a comunidade local deve se beneficiar com esta atividade econômica, assim unindo o útil ao agradável pegamos o táxi.No porto de Valença (conhecida pelos camarões) você tem duas opções: o barco rápido (R$ 10,00) e o normal (R$ 4,00). Escolha o normal, para que descubra o que eu disse antes: o difícil que é transportar as coisas do dia-a-dia para Morro de São Paulo.
Morro de São Paulo - Bahia
Morro de São Paulo - Bahia Morro de São Paulo - Bahia

Uma viagem de duas horas, que é bonita e bem agradável. O barco é bem tranquilo e se cruzam mangues, pequenas ilhas. Há uma parada rápida em Gamboa.
Morro de São Paulo - Bahia
Morro de São Paulo - Bahia

fotos: turomaquia_2007

Acarajé: o hamburguer baiano!

Postado em 18.setembro.2007

Praia do Forte - Bahia
Chegada espetacular em Salvador pelas mãos da super baiana: Domira. A saída do aeroporto é através de um corredor de bambus enormes. Percorremos com algumas paradas, a cantada praia de Vinicius – Itapoã. O poetinha morou neste bairro, e você pode tirar uma foto com sua escultura. Do “mar que não tem tamanho” à Lagoa do Abaeté, outro lugar tão famoso, aonde as mulheres lavavam roupas. Para evitar a contaminação e recuperar a lagoa, hoje as mulheres tem uma associação onde podem seguir realizando seu trabalho. Da orla para as ruas internas, atravessamos Amaralina e chegamos ao nosso destino: Rio Vermelho.

O Rio Vermelho é um agito só, com seus bares, restaurantes, teatros. E somente na Bahia você poderia comprar o acarajé da Ciria e sentar na mesa do “Consulado da Cerveja” e pedir as bebidas neste bar. Ademais também pode pedir aos garçons o dito acarajé, que eles mesmo buscam na barraca da Ciria e te trazem esta delícia, que segundo Domira é o hamburger do baiano. É um bolinho feito de feijão, não qualquer feijão, mas um bem pequenininho. Corta-se este bolinho frito ao meio e se recheia com vatapá e salada, e se você quiser também vai camarão (acarajé: R$ 2,50 e com camarão: R$ 3,50). Os mais famosos são o da Ciria, o da Dinha e da Regina. O bom acarajé quando frito não deixa passar o azeite para a massa, e portanto a massa é bem branquinha. O acarajé se come como um sanduíche, ou você pode pedir no parto, e vem com os ingredientes separados. Coma das duas maneiras, a sensação é diferente. O importante é que não deixe de prová-lo!

Voltando ao Consulado da Cerveja. A Bahia é o lugar da loucura organizada. Em pleno bar existem vendedores ambulantes que te oferecem queijo coalho, amendoins, isqueiros, esculturas … E o pessoal do bar aceita a concorrência numa boa, há espaço para todos! Prove o aipim frito do Consulado da Cerveja é bem gostoso. Na verdade, sou suspeita, porque eu amo aipim frito e como vivo em um lugar difícil de comer esta iguaria, quando estou na terrinha como aipim em todos os lugares (hehehehehe)!

As primeiras horas em Salvador foram bem aproveitadas, apesar da chuvinha do final da noite. No inverno pode chover, mas são pancadas, e nada que estrague o astral desta terra. Amanhã, vou contar nossa saga até Morro de São Paulo.

foto: turomaquia_2007

Páginas:12

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